

Siá Tonha cap. XXXI - Reparação
Só por meio do bem se repara o mal, e a reparação nenhum mérito apresenta se não atinge o homem nem no seu orgulho, nem nos seus interesses


Siá Tonha cap. XXX - O passado se faz presente
Lucélia tinha chegado à fazenda logo após o almoço. Junto com Viriata acomodara os meninos e se instalou na ampla varanda para contemplar o


Siá Tonha cap. XXIX - Expiação II
A vista do Rio Guaíba por si só era reconfortante. Anacleto se sentia chegando em casa.


Siá Tonha cap. XXVIII - Expiação
A noite estava gelada, o vento soprava produzindo sons que pareciam longos gemidos.


Siá Tonha cap. XXVII - Arrependimento
Tendo sempre o Espírito seu livre-arbítrio, seu melhoramento é por vezes lento, e sua obstinação no mal muito tenaz.


Siá Tonha cap. XXVI - Culpa e Libertação IV
Deveis, àqueles de quem falo, o socorro das vossas preces: é a verdadeira caridade. Não vos cabe dizer de um criminoso: “É um miserável;


Siá Tonha cap. XXV - Culpa e Libertação III
Anacleto desceu do ônibus e se caminhou decididamente para o local onde estava o móvel da sua estada ali. Quantos anos? Muitos.


Siá Tonha cap. XXIV - Culpa e Libertação II
O lusco fusco da aurora aquarelava a abóbada celeste.


A Ceifa
A manhã estava cinza. A chuva da noite não fora suficiente para dissipar as densas nuvens que prenunciavam mais e intensas precipitações.


Livros Luminosos
A madrugada estava quieta. Parecia um imenso anfiteatro cuja abóbada pontilhada de estrelas se derramava sobre a Terra, velando pelas criatu










































