

Os Mensageiros, cap. 41 - Entre Árvores
"No arvoredo acolhedor
De singular simetria
Olhando a relva macia
Aniceto em tom profuso
Falava sobre o repouso
Do Espírito servidor [...]"


Os Mensageiros, cap. 40 - Rumo ao campo
Ainda permanecemos na casa de Isabel
Auxílio e vigilância eram as missões ajustadas
Quase todos os tarefeiros das lides espirituais
Puseram-se a caminho para tarefas variadas


Os Mensageiros, cap. 39 - Trabalho Incessante
"À luz do alvorecer Aniceto atendia
Em caráter privativo, com amigos numerosos,
As instruções de Telésforo e diligente as cumpria
Na educação eficiente dos Espíritos trevosos [...]"


Os Mensageiros, cap. 38 - Atividade Plena
"No salão de Isabel prosseguiam os labores
Enquanto o forte aguaceiro caia sobre a cidade
Muita gente ia e vinha se abrigando dos rigores
A busca de atendimento se dava em intensidade [...]"


Os Mensageiros, cap. 37 - O santuário doméstico
O mundo fabrica indústrias
Ergue vistosas cidades
Mas sem a bênção do Lar
Não se têm felicidade


Os Mensageiros, cap. 36 - Mãe e Filhos
Eis o lar de Isabel
Palco de renascimentos!
A pobreza em rude drama
Vai cumprindo urdimentos


Os Mensageiros, cap. 35 - Culto doméstico
"As luzes do Evangelho
No lar simples de Isabel
Plantavam nos corações
Um vigoroso conselho
A família reunida
À serviço ou em resgate
Atendia ao convite
Da genitora querida [...]"


Os Mensageiros, cap. 34 - Oficina Nosso Lar
"- O que vês, alma surpresa?
- As turbas desencarnadas
Que seguem os transeuntes
Penduram-se nos veículos
E olham-nos das sacadas [...]"


Os Mensageiros, cap. 33 - A Caminho da Crosta
"Saudosos enfim partimos
Deixando Campo da Paz
As lições e os bons amigos
Foram ficando pra traz [...]"


Os Mensageiros, cap. 32 - Melodia Sublime
"A nobre alma de Ismália
Executava sublime
A beleza magnífica
Tecida em melodia
Agraciando Aniceto
Inundando-nos o Espírito
Em torrentes de harmonia [...]"










































