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Vencendo o egoísmo



Vencer a natureza em suas manifestações bravias sempre foi o desafio da espécie humana em sua tarefa de transformação da face planetária.

O arrojo em afrontar a inclemência das alterações climáticas e as formas imperiosas do relevo têm suscitado no espírito humano o desenvolvimento das virtudes que impulsionam o progresso material da Terra.

Porém, afeito à necessidade de desafiar-se, o ser humano tem perdido a dimensão da sua responsabilidade co-criadora, para deleitar-se na exposição inócua ao perigo, comprometendo o inestimável tesouro da vida em aventuras sem consequências edificantes para a marcha da evolução.

Avolumam-se os adeptos dos esportes perigosos na busca de sensações provocadas pela descarga de elementos, que provocam, momentaneamente, na economia orgânica, a sensação de poder. São candidatos à interrupção antecipada da vida, porquanto lançam avalanche de componentes químicos na circulação orgânico-fluídica, causando a sobrecarga do instrumento do Espírito imortal, debilitando-o para o cumprimento de suas funções.

No exercício de tais atividades jaz submersa no inconsciente a ausência de atribuição de um significado maior para a existência.

Todo o esforço de superação somente edifica se tiver na sua perspectiva o acréscimo de bem-estar coletivo e o progresso da humanidade.

O silêncio imposto ao egoísmo ainda é a ação urgente e indispensável do homem cuja inteligência é requisitada para continuar o entendimento e o domínio das forças naturais em prol da humanidade.


Um amigo espiritual.

 Grupo Yvonne Pereira. Hospital Espírita de Porto Alegre.

Por Beth Barbieri

Mensagem psicografada em 01/04/2009

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