MEMÓRIAS DE UM SUICIDA – Parte 2.3 – As lições de Aníbal de Silas


Após tantos séculos de abnegação, advém a seguinte ordem direta das mais altas esferas da espiritualidade:

“Vai, Aníbal... e dá dos teus labores à Legião de Minha Mãe! Socorre com Meus ensinamentos, que tanto prezas, os que mais destituídos de luzes e de forças encontrares, confiados aos teus cuidados... Pensa, de preferência, naqueles cujas mentes hão desfalecido sob as penalidades do suicídio... Entreguei-os, de há muito, à direção de Minha Mãe, porque só a inspiração maternal será bastante caridosa para erguê-los para Deus! Ensina-lhes a Minha palavra! Desperta-os, recordando-lhes os exemplos que deixei! Através de Minhas lições, ensina-os a amar, a servir, a dominar as paixões, apondo sobre elas as forças do Conhecimento, a encontrar as estradas da redenção no cumprimento do Dever, que para os homens tracei, a sofrer com paciência, porque o sofrimento é prenúncio de glória, alavanca poderosa do progresso.... Abre-lhes o livro das tuas recordações! Lembra-te de quando me ouvias, na Judéia... e ilumina-os com as claridades do Meu Evangelho, pois é só isso o que lhes falta! ...”[1]

Meditaremos melhor sobre cada uma dessas palavras durante o desenvolvimento do presente trabalho, mas desde já coloquemos nossa atenção sobre o que é nos iluminarmos com as claridades do Evangelho de Jesus. É para iluminar o outro? Basta saber? Precisamos também sentir e vivenciar? Como fazer?

(continua)

[1] Obra citada, pp. 397/398.

#JoséTerra

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