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MEMÓRIAS DE UM SUICIDA – Parte 1.2 – Introdução às lições dos Mestres de Cidade Esperança

Encerrado o tratamento e já com algumas anotações sobre de além-túmulo[1], Teócrito oferece as seguintes opções para Camilo e os demais pacientes: (1)reencarnar desde logo, (2) ficar e cooperar no hospital, (3) ficar sem ocupação alguma perambulando de Departamento em Departamento ou (4) iniciar o aprofundamento dos conhecimentos superiores da Vida, meditando e aprendendo sobre as grandes questões da alma e da realidade espiritual[2]. Camilo corajosamente aceita o estudo e o trabalho, passando a viver na Cidade Universitária. Irmão Sóstenes, Diretor da Cidade Esperança, recebe carinhosamente os novos estudantes e recomenda: “Confiai! Aprendei! Trabalhai! — a fim de que possais vencer! Esta m

Diálogo Inter-religioso

Ocorreu ontem, 17 de julho de 2017, a reunião mensal do Grupo de Diálogo Inter-religioso de Porto Alegre com a presença da Sra. Lea Bos, vice-presidente de Relações Institucionais da FERGS. #fergs

Cobertura jornalística

Amigos: O sentimento que visita minha alma situa-se entre a frustração e a surpresa. Ainda não havia percebido, com nitidez, que a morte, tal como a chamamos na Terra, transforma concepções, habilidades e o alcance da nossa compreensão. Dizer que continuamos sendo o que fomos é uma verdade cuja inteireza levamos tempo para compreender. A miopia que carregamos em relação às verdades imortais somente se desfaz aos poucos, quando começamos a desprender a alma das limitações terrenas. Imaginem que ao ser designado pelos Instrutores Maiores para realizar uma cobertura jornalística fiquei exultante. Afinal, pela vez primeira, depois do retorno ao Mundo dos Espíritos, realizaria uma tarefa que conh

MEMÓRIAS DE UM SUICIDA – Parte 1.1 – Introdução às lições dos Mestres de Cidade Esperança

O livro “Memórias de um Suicida” foi escrito pelo Espírito Camilo Castelo Branco, através da mediunidade de Yvonne do Amaral Pereira. Publicado pela primeira vez em maio de 1954, a obra foi ampliada em segunda edição em abril de 1957. Da leitura do índice constatamos que o livro foi estruturado em três partes distintas, quais sejam (I) Os réprobos, (II) Os departamentos e (III) A Cidade Universitária. Trata-se, em verdade, do caminho (iter) percorrido por Camilo na erraticidade. Camilo suicida-se em janeiro de 1891 e permanece por um período de 2 meses em estado grave de perturbação em um Vale Sinistro[1](“vaguei desnorteado e tonto, em atribulado estado de incompreensão”[2]), quando então é

Esqueça um Livro Espírita, desperte consciências.

ESQUEÇA UM LIVRO ESPÍRITA, DESPERTE CONSCIÊNCIAS. No próximo dia 25 de julho (terça-feira) realizaremos uma grande ação para despertar consciências e consolar corações através da literatura espírita. Escolha um livro espírita e "esqueça-o" em algum local em que circulem muitas pessoas: ônibus, trans, praças, etc. Assim, a sua generosidade levará consolo, alegria e esclarecimento para nossos irmãos.

Um soldado na guerra e na paz

A bênção da evangelização A Terra é um lar abençoado, uma escola acolhedora onde temos experimentado, em sucessivas encarnações, a construção da paz individual que fomentará a paz coletiva e o entendimento entre os povos. Recordo, como se estive ainda presente, aquele longínquo dia de maio em solo da bela Itália, quando o silêncio se fez nos campos de batalha da segunda grande guerra, e não mais ouviríamos a voz dos canhões nem o aterrador estrondo do vôo rasante dos bombardeiros que despejavam os impiedosos mísseis, arrasando as aldeias, cidades, espalhando a dor e a morte. Aos poucos fomos saindo, temerosos, em expectativa, de dentro das trincheiras, deixando nossos corpos alquebrados pelo

Desencarnação de Edson Caldeira, presidente da FEP

A FEP – Federação Espírita Pernambucana informa ao Movimento Espírita Brasileiro o desencarne de seu presidente, o Sr. Edson Caldeira: Acometido de doença grave nos últimos meses, internado no Hospital Português do Recife, submeteu-se a uma cirurgia, mas, lamentavelmente não resistiu. O sepultamento acontecerá pela manhã desse domingo, 2 de julho, no Cemitério Parque das Flores. Edson Caldeira foi presidente da FEP nos períodos de 1986-1987, 1997-1998 quando o mandato era de 2 anos e estava presidente desde 2014, agora com mandato de 4 anos. Vindo de família espírita, chegou à FEP na década de 70 motivado por um cartaz que vira sobre evento da Mocidade Espírita e que o fez tornar-se frequent

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